
Bandeira branca
Usada desde o Renascimento. Simboliza abrir mão das próprias cores para negociar trégua na guerra. Bandeira branca = missão de paz.
A cor BRANCA é a mais citada como um símbolo da Paz por representar a pureza, inocência e verdade.
A bandeira branca é usada como um símbolo da Paz desde o renascimento, simbolizando o acto de se abrir mão das próprias cores para negociar a trégua em tempo de guerra.
A bandeira da Irlanda possui uma faixa verde (catolicismo) e uma faixa laranja (protestantes) separadas por uma faixa branca simbolizando a Paz entre os dois grupos religiosos.
Velas brancas também simbolizam a paz para diversas culturas e religiões, desde os antigos celtas até os católicos e judeus.
A cor AZUL algumas vezes aparece como a cor da Paz por representar a cor do céu e do mar, elementos da natureza sempre associados a sentimentos tranquilos.
Para a “Grande Fraternidade Branca” a cor RUBI-OURO representa o sexto-raio, que contém a vibração da Paz, do Servir, da Dedicação e Misericórdia.

Pomba
Pureza e simplicidade no cristianismo, no judaísmo e no candomblé. No Novo Testamento ela simboliza o Espírito Santo. Pomba = mensageira de paz.

Paz e amor
Nasceu dos hipies, que se opuseram à Guerra do Vietname, nos anos 60. Surgiu com o movimento de liberação sexual: “Faça amor não faça guerra". Símbolo “hippie” = paz e amor

Peixe-dourado
No budismo, emblema do monarca universal. Afasta os homens do perigo e os deixa livre.

Lira
Símbolo dos poetas e da harmonia cósmica, segundo os budistas.

Cachimbo sagrado
Usado pelos índios americanos, que faziam a fumaça subir até os deuses da concórdia.

Anjo
A Bíblia mostra que os anjos são os porta-vozes de Deus. O mais famoso é Gabriel. Ele informou a Maria que Jesus Cristo nasceria dela.

Cristo Redentor
Aquele que redime, que apaga os erros e devolve a paz ao pecador. De braços abertos, recebe os que se arrependem.

Aros olímpicos
Cinco arcos que retratam a união dos continentes. As Olimpíadas não podem ser realizadas em tempo de guerra.

Concha
Os budistas tibetanos a associam à vitória nas batalhas. Ela traz o som dos ensinamentos do Dharma, que desperta os discípulos da ignorância.

Oxalá
Guardião da paz. É uma alta divindade entre os orixás, abaixo apenas de Olorum.

Flautas de Bambu
Para os chineses, reproduzem a música celestial. Estabilizam a casa e o trabalho.

Velas brancas
Na religião wicca, dos celtas, trazem esperança. Têm a cor da deusa regente da vida.

Cruz
Ligada à remissão de pecados e à ressurreição, na fé cristã. Jesus morreu na cruz para salvar os homens e voltar aproximá-los de Deus.

Flor de Lótus
Purificação da negatividade do corpo e da mente, segundo os budistas.

Yin Yang
Complementaridade. Base da filosofia taoista, dos chineses. Une o terrestre e o celeste, o feminino e o masculino. Símbolo do equilíbrio.

Menorá
Um milagre no Templo de Jerusalém fez o candelabro aceso por um dia arder em oito.

Lírio
Na interpretação mística do livro bíblico Cântico dos Cânticos, ele está ligado à árvore do paraíso. Restitui a alma pura, a saúde e a imortalidade.

Justiça
O direito usa a deusa grega Têmis como ícone da justiça, sem o que não há paz. Imparcial, Têmis carrega a balança e a espada.

Oliveira
Homem universal, no Islão. Segundo judeus e cristãos, Noé soltou uma pomba após o dilúvio. Ela voltou com um ramo, sinal de terra seca para recomeçar. Pássaro com ramo na boca = segurança; liberdade.

Arco-íris
Os judeus crêem que o grande arco apareceu após o dilúvio unindo o céu e a terra. No Islão, as cores são as qualidades divinas no universo.

Cumprimento
Paz entre as pessoas, confraternização.

V de vitória
Dois dedos (vitória) = paz e amor.

Sou da paz (Campanha do desarmamento)

Logótipo da campanha Cultura pela Paz coordenada pela UNESCO.

Esta bandeira tornou-se conhecida mundialmente pelo Pacto de Nicholas Röerich de 1935 e é também um símbolo universal de paz. Os três círculos centrais podem ser interpretados como a representação do passado, presente e futuro circundados pela eternidade. Também podem ser a religião, ciência e arte sendo envolvidos pela cultura.
O símbolo é encontrado em várias culturas em todo o mundo, há milhares de anos. Parte do seu carisma é devido ao fato de não pertencer a nenhum grupo ou tradição, apesar de ser usado por vários deles até hoje.
Seu tamanho padrão é de 85 cm de altura por 140 cm de largura, confeccionada em pano branco. No centro, um círculo vermelho-púrpura (rubi ou bordô), cujo aro mede 10cm partir da borda externa do círculo, tendo 60cm de diâmetro total. No centro branco do círculo há 3 esferas em vermelho com 12cm de diâmetro cada, dispostas em forma de triângulo ascendente.

O “Poste da PAZ” é um projeto que foi iniciado no Japão pela “The World Peace Prayer Society", uma organização sem fins lucrativos fundada em 1955 por Masahisa Goi.
Já existem mais de 200.000 postes em mais de 180 países. Servem como marcos para que lembremos sempre da necessidade de visualizar e rezar pela Paz mundial.
Os “Postes da Paz” são “plantados” em algum local público que possa ser dedicado a Paz, como praças, parques, universidades, jardins e locais de oração. Nada impede que uma cidade tenha mais de um “Poste da Paz".
Em geral tem 4 faces, 8 pés (2,5m) de altura e é enterrado no solo. Existem versões para uso dentro de prédios, presos a uma base. Podem ser feitos de qualquer material, por exemplo com uma madeira típica da região ou metal. Em uma das faces é inscrita a frase “Que a paz prevaleça na terra” no idioma do local onde é colocado. Nas outras faces a mesma frase em outros idiomas.

O Tsuru, também conhecido por Grou ou cegonha, é a ave símbolo do origami sendo uma das dobraduras mais populares, usada na decoração de festas, embalagens de presentes e em oferendas religiosas.
Na tradição oriental esta ave é associada à saúde, fortuna e harmonia.
A partir da 2a. Guerra Mundial e da história de Sadako Sasaki, ficou reforçada a associação do Tsuru como pássaro da PAZ.

OM ou AUM representa o Absoluto sendo um dos conceitos mais profundos da crença hindu.
Simboliza uma sílaba sagrada que representa Brahma, Deus omnipotente, omnipresente e a fonte de toda existência. O passado, presente e futuro, e tudo que existe além dessas três formas de tempo estão representados nesta sílaba.
Além dos locais sagrados, o símbolo é frequentemente encontrado no cabeçalho de cartas, provas e outros documentos. Muitos o usam em colares, como uma expressão da perfeição espiritual. Logo após o nascimento de uma criança, a sílaba sagrada é escrita em sua língua com mel.
Os seguidores do hinduísmo pronunciam o OM no início de cada dia, de cada actividade e durante a meditação. Acreditam que é o som básico do universo, que contém todos os outros sons. É um mantra ou uma oração. Se repetido com a entonação correcta pode ressoar por todo o corpo, penetrando no mais profundo da alma humana e realizando a conexão com a força universal.

Árvore do Tanabata
O Tanabata Matsuri é uma festa introduzida no Japão há cerca de 1300 anos. Celebra a lenda da princesa e tecelã Orihime e do vaqueiro Kengyu, que ao se conhecerem entregaram-se apenas às paixões, esquecendo-se das obrigações. Foram então transformados pelo Pai Celestial nas estrelas Vega e Altair, separados pela Via Láctea, podendo porém encontrar-se uma vez ao ano no sétimo dia do sétimo mês.
É costume escrever os pedidos em papeletas coloridas os “tankazu” e amarrá-las em ramos de bambu, os “sassa-dake". Diz a lenda que os pedidos feitos com fé, ao serem oferecidos para as estrelas, serão atendidos. Após as festas as papeletas são queimadas em uma cerimónia especial.
O Tanabata, ou “Festival das Estrelas” é comemorado em datas diferentes, de acordo com a região do Japão. Acontecem festas no dia 7 de Julho (7º dia do 7º mês), mas também de 6 a 8 de Agosto na cidade de Sendai - Japão. Nos Eventos PAZ a Árvore do Tanabata tem apenas papéis brancos simbolizando os pedidos de PAZ.

Para a “Grande Fraternidade Branca” os Arcanjos Uriel e Aurora representam a Paz interior, tranquilidade de espírito, a destruição dos nós de ódio e medo na psique, renovação de esperança.
Ajudam ma resolução pacífica de problemas de relacionamento pessoal, social e profissional, ajuda na criação de um ambiente harmonioso para desenvolver criatividade e crescimento, inspiração e ajuda para enfermeiros, médicos e professores, juízes, e todos os que prestam serviço aos outros. Actuam na promoção da Paz mundial.

Várias flores são usadas como símbolo da paz, em especial as brancas. As mais populares entretanto são o Lírio e a Rosa, sendo que para os budistas a referência é a flor de Lótus.
Bandeira arco-íris
A Bandeira arco-íris é uma bandeira composta por barras horizontais que representam as diferentes cores do arco-íris.
Existem várias versões, com pequenas variações das cores, número e disposição das barras. É impossível determinar a sua versão original, já que o seu uso acontece desde há muito e em diferentes partes do mundo.
Durante a Guerra dos Camponeses, no século XVI na Alemanha, foi usada como sinal de esperança na nova era. Thomas Müntzer, sacerdote que apelou à revolta dos camponeses, é muitas vezes retratado segurando uma bandeira arco-íris.
Actualmente a bandeira é sobretudo reconhecida como símbolo do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros). Sendo também usada frequentemente como símbolo da Paz.

Movimento LGBT
O uso generalizado da bandeira arco-íris em manifestações LGBT começa nos anos 80. Sendo hoje reconhecida mundialmente como o símbolo das minorias sexuais. A sua versão mais actual tem seis barras horizontais, cada uma com uma cor diferente, de cima para baixo, vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e violeta.
História
No início dos anos 70, nos Estados Unidos, havia várias bandeiras arco-íris usadas como símbolos do Internacionalismo e da unidade entre os povos. Mas no final da década, a sua associação ao orgulho gay estava já bastante marcada.
Foi na San Francisco Gay Freedom Day Parade que foi usada pela primeira vez com a intenção clara de simbolizar o orgulho gay, a 25 de Junho de 1978. Esta primeira versão foi criada por Gilbert Baker, e tinha mais duas barras que a versão actual, uma fúcsia e outra turquesa. A barra fúcsia acabaria por ser abandonada devido à dificuldade em encontrar tecido desta cor para produzir as bandeiras. Mais tarde era abandonada a barra turquesa, por razões estéticas. Baker atribuiu um significado a cada barra; a barra fúcsia simbolizava o sexo, a vermelha a vida, a laranja a cura, a amarela a luz do Sol, a verde a Natureza, a turquesa a magia, a azul a serenidade e a violeta simbolizava o espírito. No entanto estes são desconhecidos pela maioria das pessoas, estando ultrapassados.
Outras versões
Além da versão com seis barras, ainda são vistas actualmente outras versões da bandeira arco-íris em manifestações LGBT. Desde versões com uma barra a negro, simbolizando os homossexuais mortos pela SIDA, a bandeiras que misturam as cores do arco-íris com símbolos nacionais ou regionais, pretendendo assim representar a população LGBT desse país ou região.
Existem ainda bandeiras derivadas do arco-íris, mas com outras cores, para representarem sub-culturas LGBT, como a ursina (bandeira em tons acastanhados ou a leather (bandeira com barras azuis e negras.

Movimento Pacifista
A bandeira arco-íris foi usada pela primeira vez como símbolo pacifista em Itália nos anos 60. Mas só se popularizou a nível mundial em 2002 durante os protestos contra a Ocupação do Iraque. A versão mais comum tem sete barras horizontais, sendo a ordem inversa à usada pelo movimento LGBT, e com uma barra azure, a cor nacional de Itália. Geralmente tem inscrito a palavra “pace", que significa “paz” em latim, em letras maiúsculas de cor branca. Também é usual ver outras traduções da palavra.

A organização ecologista Greenpeace ("paz verde") também usa a bandeira em várias acções. Rainbow Warrior ("guerreiro arco-íris") é o nome de uma série de barcos desta organização, sendo considerada o mais importante símbolo da Greenpeace. O primeiro Rainbow Warrior foi afundado a 10 de Julho de 1985 pelos serviços secretos franceses, provocando a morte do tripulante e fotógrafo português Fernando Pereira.

Região Autónoma Judaica
Outra versão da bandeira arco-íris é usada como bandeira oficial da Região Autónoma Judaica, uma divisão federal da Rússia, situada no Extremo Oriente junto à fronteira com a China. Esta bandeira tem fundo branco, com um arco-íris que a atravessa horizontalmente, constituído por sete barras horizontais, por sua vez separadas entre si por pequenas barras brancas. A ordem é semelhante à da bandeira usada pelo movimento LGBT, diferindo apenas na existência de uma barra azul-celeste.

Tawantinsuyu
Uma bandeira arco-íris é também usada no Peru e Equador como símbolo do Tawantinsuyu, ou território Inca. E tem sido exibida em protestos contra os governos destes países. É constituída por sete barras horizontais. Por vezes a barra azul-claro está ausente, sendo substituída por uma branca que é colocada entre a verde e a amarela.
A frequente confusão com a bandeira usada pelo movimento LGBT tem suscitado o desejo de abandono e substituição da bandeira arco-íris, por parte de algumas pessoas do movimento indígena de Cuzco, no Peru.